Processos

Eliminar o passivo ambiental acumulado ao longo de anos de forma segura com um custo que caiba num orçamento realista é um desafio frequente da indústria.

Como reduzir simultaneamente o custo operacional, o passivo ambiental e o passivo trabalhista e ainda manter os altos padrões de competitividade exigidos pela globalização?

Como demonstram inúmeros casos, a abordagem mais comum, focada principalmente na redução de despesas com pessoal e na simples pressão por redução constante de preços junto aos fornecedores podem, quando muito, criar uma falsa sensação de alívio de curto prazo.

Para superar esses desafios é preciso ousar, substituir velhas práticas por novos processos e usar a química e a engenharia para criar, de forma sustentável, vantagens competitivas permanentes. Isso passa por todos os processos industriais.

Os processos modernos de remoção de óleos, graxas e gorduras e sujidades pesadas de pisos industriais de forma sustentável exige o uso de agentes dispersantes biodegradáveis, atóxicos e de baixo impacto ambiental.

Modernos processos permitem limpezas sem alcalinidade livre, sem a antiga agressividade da soda que ataca a pele e destrói as pinturas.

Os novos agentes, além de não atacar a pintura de equipamentos ou de estruturas, não causam riscos à saúde ocupacional.

Novas formulações biodegradáveis com alto poder de dispersão aceleram os processos naturais de degradação aumentando a tratabilidade dos contaminantes removidos e reduzindo o volume de efluente gerado.

O uso inadequado de detergentes espumantes não contribui para a melhoria dos processos de limpeza e ainda aumenta a poluição ambiental e visual.

A foto a seguir foi tirada em Salto de Pirapora, uma cidade histórica localizada a 130 Km da Capital de São Paulo, às margens do rio Tietê. Esse é um caso real. É um fenômeno criado pelo uso de compostos inadequados. Periódica e literalmente a cidade é engolida pela espuma tóxica dos detergentes domésticos e industriais.

A escolha dos agentes químicos não pode continuar a ser feita apenas com base no custo por litro. Isso não significa economia. De fato, em algumas aplicações, sem considerar o dano ao meio ambiente, o custo final dos produtos convencionais normalmente usados como referência de preço de compra chega a ser 3 vezes maior do que o custo da nova geração.

Espuma tóxica cobre cidade histórica a margem do Rio Tietê

 

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